Contos Tradicionais com música no Festival da Comida Esquecida

Durante o mês de Outubro houve apenas um espetáculo. Foram contos tradicionais com música e também Micro Contos na bela aldeia de Querença durante o Festival da Comida Esquecida.

Mais uma vez foi criado um espetáculo de contos tradicionais com música em conjunto com a Banda Filarmónica de São Brás de Alportel.

Esta não foi a primeira vez que os Micro Contos trabalharam em conjunto com esta banda filarmónica, já em Setembro, por altura da sessão de abertura do Festival DiVaM 2020, houve a oportunidade de apresentar ao público uma sessão de contos tradicionais com música.

Em Querença, sede da QRER, entidade organizadora do Festival, os inscritos tiveram um dia especial e uma refeição inesquecível. Do cardápio fizeram parte três ementas distintas à escolha, cada uma delas em homenagem a cada uma das regiões algarvias tão bem demarcadas no concelho de Loulé como são o Barrocal, o Litora e a Serra.

O programa do festival incluiu um percurso gastronómico guiado pela aldeia de Querença. Os participantes puderam apurar os sentidos e conhecer toda a riqueza da gastronomia algarvia.

Devido à situação que estamos a atravessar, todo o evento foi repensado para que pudesse respeitar à risca as orientações emitidas pela Direção Geral de Saúde. A segurança de todos os participantes, artistas e colaboradores tem atenção permanente por parte da organização do Festival da Comida Esquecida.

Contos Tradicionais com música no Festival da Comida Esquecida

E foi assim que, provavelmente, chegaram ao fim as sessões de Micro Contos ao Vivo durante o ano de 2020. Se em Fevereiro tudo parecia pronto para um ano em cheio de sessões de contos ao vivo, chegou Março e deitou o castelo de cartas que é o trabalho da maioria dos artistas.

É incrível como ao vermos espetáculos com grandes grupos de pessoas juntas num só espaço nos faz pensar que isso já foi possível e que neste momento temos de andar afastados e com máscaras na cara.

Vamos esperar que 2021 traga consigo novos ares e que nos permita voltar a abrir as asas e voar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *