DiVaM 2020 – Histórias com música

Os Micro Contos saíram da toca para uma sessão de histórias com música. Depois de um verão com pouca atividade, soube voltar a soltar narrativas para orelhas bem abertas.

A convite da Banda Filarmónica de São Brás de Alportel, os Micro Contos abriram o segundo semestre de 2020 com um espetáculo de histórias com música que decorreu no dia 05 de Setembro, nas ruínas romanas do Milreu, em Estoi e esteve englobado na apresentação do projeto “Música: de todos e para todos”.

Micro Contos na abertura do festival DiVaM 2020 - Histórias com música
Foto: Algarve Informativo

Os Micro Contos foram contados inseridos numa performance musical com uma banda composta por instrumentos de sopro e percussão, tendo a direção artística e musical ficado a cargo de Albano Neto. Foram tocadas várias peças musicais oriundas de de vários pontos do mundo e carregadas de um simbolismo ligado à questão dos Direitos Humanos.

As histórias com música foram intercaladas com as narrativas breves dos Micro Contos que serviram de fio condutor da universalidade que a música possui e da importância da palavra como forma de transmitir uma mensagem de respeito e comunhão entre povos.

Micro Contos na abertura do festival DiVaM 2020 - Histórias com música

O espetáculo foi englobado na celebração do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas e foi promovido pela ACREMS- Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrasense em conjunto com a Direção Regional da Cultura do Algarve.

DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos é um festival da responsabilidade da Direção Regional da Cultura do Algarve. 

Este festival é composto por oficinas educativas, projetos performativos, musicais e interdisciplinares, palestras, cinema, literatura ou artes visuais. nos Monumentos do Algarve.

O Festival passa por cinco concelhos do Algarve: o Castelo de Aljezur, a Fortaleza de Sagres e a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, em Vila do Bispo, os Monumentos Megalíticos de Alcalar, em Portimão, o Castelo de Paderne, em Albufeira e as Ruínas Romanas de Milreu (Estoi), em Faro.

É de extrema importância que este tipo de festivais se continuem a realizar. Para os artistas é um sinal de vale a pena continuarem a trabalhar e a produzir espetáculos e para o público é um sinal de que o setor artístico não desistiu de trazer luz a estes dias tão cinzentos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *