O Homem do Fogo

Pilar Puyana Artista de areia

Este foi um espetáculo que não tem a ver com Micro Contos, mas que saiu do mesmo canto do coração de onde saem os Micro Contos. Recorrendo à animação com areia e à música, contou-se uma história de como o homem se relaciona com o fogo e como este pode ser uma benção ou uma maldição.

O Homem do Fogo foi um espetáculo multidisciplinar que recorreu à animação com areia, à música e à palavra para transmitir uma mensagem de prevenção e cuidado para com pessoas e floresta.


O espetáculo girou em torno do conto tradicional chinês Sui ren – O Homem do Fogo. Uma história que nos transporta para o princípio dos tempos, quando o tempo ainda não era tempo, quando o Homem foi criado e o fogo lhe foi revelado pela mão dos deuses.

Pilar Puyana

O fogo pode ser uma bênção ou uma maldição. Os perigos que o fogo traz consigo são aqui colocados em perspetiva e apresentados de forma a consciencializar e a consolidar os cuidados, os hábitos e procedimentos ao nível da prevenção de fogos. Através da arte pretendeu-se ajudar a evitar catástrofes ambientais, a perda de vidas e que a Natureza seja desrespeitada e destruída.
Este foi um projeto artístico realizado em consórcio pelas associações ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Algarve, ACREMS – Associação Cultural Recreativa Escola de Música Sambrazense, Município e Junta de Freguesia de São Brás de Alportel.

Foto: Sul Informação


Esta obra conjunta contou com o apoio à criação artística no âmbito de uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) intitulada “Não brinques com o fogo”.

O espetáculo O Homem do Fogo contou com a encenação de Lília Parreira (TEAS13 – Grupo de Teatro Experimental Amador de São Brás de Alportel), animação de areia por Pilar Puyana, música pela Banda Filarmónica de São Brás de Alportel (ACREMS) e criação dramatúrgica e narração de Fernando Guerreiro (Micro Contos).

Foto: https://www.sulinformação.pt

Ficha técnica

Animação de areia – Pilar Puyana

Direção Musical – Albano Neto

Dramaturgia – Fernando Guerreiro e Lília Parreira

Encenação – Lília Parreira

Ensemble da Banda Filarmónica de São Brás de Alportel
Albano Neto, Trompete;
Alexandre Barros, Saxofone tenor;
Alexandre Jesus, Clarinete;
André Jesus, Trompa;
David Barros – Tuba;
Mauro Mestre, Percussão.
Petru Moroi, Clarinete.

Narração: Fernando Guerreiro

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