Espetáculo de histórias de terror com música ao vivo e projeção de vídeo

Histórias de Arrepiar é um espetáculo de narração oral dedicado às histórias de terror, onde a palavra, a música ao vivo e a projeção de vídeo se juntam para criar uma experiência de suspense e mistério.

Fernando Guerreiro conduz o público através de histórias capazes de provocar medo, inquietação e surpresa, num espetáculo que explora o lado mais sombrio da imaginação.

Este espetáculo pode integrar programação de teatros, bibliotecas, centros culturais, festivais e outros espaços de apresentação.

Histórias de Arrepiar é uma proposta especialmente adequada para programação de Halloween, noites temáticas, festivais de contos e iniciativas culturais dedicadas às histórias de medo e mistério.

Público: maiores de 16 anos
Duração: 45 minutos
Formato: narração oral, música ao vivo e projeção de vídeo
Criação e interpretação: Fernando Guerreiro

Porquê um espetáculo de histórias de terror?

Histórias de Arrepiar é um espetáculo de histórias de terror que recupera o prazer ancestral de contar e ouvir histórias capazes de nos provocar arrepios.

Entre lendas, contos, histórias de medo e narrativas inesperadas, o espetáculo convida o público a entrar num território onde nem tudo é aquilo que parece.

A narração oral é acompanhada por música ao vivo e projeção de vídeo, criando diferentes ambientes e intensificando o suspense ao longo da sessão.

Histórias, música e vídeos

Em Histórias de Arrepiar, a narração oral cruza-se com a música ao vivo e a imagem projetada.

A música contribui para criar ambientes, ritmos e momentos de tensão, enquanto a projeção de vídeo amplia visualmente o universo das histórias.

A combinação destas diferentes linguagens transforma a sessão de contos num espetáculo imersivo, onde o público é convidado não apenas a ouvir as histórias, mas também a mergulhar no seu ambiente.

As Histórias de Arrepiar são sessões de contos de terror onde abraçamos os nossos fantasmas e onde se ensina a lidar e a compreender os medos que nos perseguem no dia-a-dia.